PATROCINADOR

24 outubro 2012

Salão do Automóvel é uma vitrine para as montadoras de Stands, afirma presidente da Abrace Stands – Associação Brasileira das Montadoras de Stands


Participar de um evento como este representa cerca de 10 a 15% do faturamento anual da empresa

O 27º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo já se destaca entre os quatro primeiros do cenário mundial automotivo, mercado que tem o Brasil como referência para ampliar investimentos e aumentar a participação no mercado global. Por isso, a participação das empresas montadoras de stand é, definitivamente, uma vitrine. É desta forma que o presidente da Associação Brasileira das Montadoras e Locadoras de Stands – ABRACE STANDS, Carlos Alberto Sauandag classifica o evento.

Como toda a vitrine, só ganham destaque as principais marcas e modelos. “Somente poucos expositores conseguem participar porque as áreas utilizadas pelos stands são grandes, algo em torno de 5 mil m² enquanto o usual são 120 m². As principais marcas ocupam boa parte do pavilhão, ou seja, 50%. Devido ao espaço, teremos no máximo 100 expositores”, explica Carlos.

Outro fator determinante são as exigências do mercado automobilístico para a montagem dos stands. Além das inúmeras especificações técnicas e arquiteto responsável pela obra, é obrigatório apresentar algumas documentações, como por exemplo, certidões negativas. “Somente empresas bem conceituadas no mercado, qualificadas e estruturadas e com muita mão de obra disponível – vale lembrar que são 99 horas ininterruptas para sua montagem gerando 26 mil empregos diretos e indiretos - conseguem atender a todas as solicitações. É muito bom quando o empresário consegue fechar contrato de prestação de serviço para este evento. O Salão do Automóvel não tem espaço para quem não trabalham seriamente”, destaca Sauandag.

Todo expositor quer qualidade, entrega com no mínimo de 24 horas antes, qualidade e segurança, pontualidade.

Prazo de desmontagem - uma reivindicação da ABRACE
Além de incentivar e explicar sobre a importância do uso do Equipamento de Proteção Individual – EPEIs, que deve ser de uso obrigatório durante todo o período de montagem e desmontagem ou manutenção de stands, uma das frentes de trabalho da ABRACE é em relação aos prazos. “A entidade está batalhando por melhores prazos com as promotoras e organizadoras de eventos, porque além do uso do equipamento de segurança, é preciso ter condições de trabalho. Mesmo que o montador esteja com luva, macacão, capacete e ainda ter somente algumas horas para desmontador o stand, torna a tarefa extremamente perigosa. Afinal, tempo também é um fator de segurança”, explica o presidente.

O prazo para desmontagem é curto, porque, segundo Carlos, não há lugares suficientes em São Paulo para feiras. Como tudo é feito às pressas, boa parte do material vai para o lixo.  “É uma pena, porque não conseguimos reutilizar quase nada. Outro fator que contribui para encarecer a construção do Stand”, conclui.

Sobre a ABRACE
A ABRACE - Associação Brasileira das Montadoras de Stands foi criada com o objetivo de ser o elo entre as montadoras de stands e promotoras de eventos. Antes subordinadas e veiculadas a entidades que agregam, em sua natureza, interesses diversos, as montadoras sentiram a necessidade de criar uma entidade que defenda – exclusivamente, os interesses e direitos das montadoras, sem preocupação de cunho político e partidário. Desde então, a ABRACE, que existe há um pouco mais de um ano, vem lutando contra as barbaridades cometidas pelas promotoras e pavilhões, como prazos para desmontagem, condições de pavilhão, exigências infundadas relativas ao uso de equipamentos de segurança, taxas indevidas entre outros. Ao longo deste período, várias foram as conquistas: alterações de prazos, derrubadas de algumas taxas, liberações de caminhões nas marginais. A entidade hoje se consolida como um selo de qualidade. Mais informações: http://www.abracestands.com.br

Nenhum comentário: